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sexta-feira, 1 de março de 2013

WBCOOP 2013



O Campeonato do Mundo  de Poker de Bloggers (WBCOOP) está de volta e nós, claro, queremos fazer parte do mesmo. Já enviámos a nossa candidatura para sermos um dos participantes em alguns dos eventos que terão lugar entre o dia 1 e 11 de Março.

Haverá também alguns bilhetes para torneios online para serem ganhos e ainda avultadas quantis em dinheiro para os melhores blogs. Para fazermos parte só temos que “bloggar”, e é disso que isto se trata.

Mas para que possamos fazer parte, também teremos que partilhar com eles, e com vocês, é claro, quais os nossos melhores momentos na Pokerstars.

É fácil falar sobre isso.

Lembro-me como começou. Em Coimbra, durante os anos “universitários”, o Pedro descobriu um software que tinha um jogo de cartas “porreirinho”. Era a pokerstars, óbvio. Na época era só “Play Money”, claro. Jogávamos a espaços, até porque o Colin McCrae sempre dominou o tempo dedicado aos jogos naquela casa. Lembro-me também que o “Play Money”, quando ficávamos sem fichas, deixava-nos “de castigo” por 30 ou 60 minutos, até que pudéssemos restaurar a nossa banca. Parecia que o relógio não andava.

Daí para a frente o percurso foi o normal em quase toda a gente que se iniciou naquela época.

Do “play Money” para os Freerolls, e desde ai para o jogo “a valer”. A época dos Freerolls quase nem nos deixava comer. Tínhamos agendas com os horários deles todos, e eram às dezenas por dia. Claro que, no início, o nosso jogo era assim: “Tens um Ás faz all-in”, ou pior “Tens um Ás dá call”. Imagino o tanto de nomes que nos devem ter chamado do outro lado dos ecrãs quando as cartas, pura e simplesmente, batiam.

E depois havia aquelas mãos em que nós pagávamos o mundo só porque eram as nossas mãos. A minha era, e ainda hoje quando posso mesmo dou um “callzinho”, Q-6. Não sei porquê mas era. Havia também a grande e única, a MÃO DO CAMPEÃO, 10-2 que tanto deu ao Doyle Brunson. E quando ganhávamos com essa, para aí 1,2% das vezes, gritávamos “Eu não disse, a mão do campeão dá sempre” esquecendo prontamente todas as derrotas nas outras 98.8% das vezes,

Recordo-me também de um ticket para um torneio só para portugueses que oferecia pacotes para um Live Event no Mónaco. Infelizmente os meus colegas Xaves e Pedro tinham ido para Lisboa e tive que jogá-lo só. Havia cinco pacotes para oferecer e eu terminei o torneio em 10º. À medida que iam sendo eliminados os jogadores e eu via o prémio cada vez mais perto, o meu batimento cardíaco aumentava cada vez mais.

Mas claro que os melhores momentos que tive na Pokerstars foram estes últimos tempos onde temos jogado juntos, amigos, conhecidos e leitores do blog, no nosso próprio Home Game da Pokerstars, Madeira Poker Underground.

Têm sido bons tempos com algumas boas gargalhadas e, sim acontece sempre, algumas badbeats.

Apesar de tudo, não tenho qualquer dúvida de que o nosso Home Game, que ainda é muito recente, continuará a crescer para outra dimensão, uma muito maior do que aquela onde está agora, espero.

Também posso assegurar-vos que, caso nos dêem oportunidade para isso, alguns dos nossos membros irão ter o prazer de jogar alguns torneios no nosso Home Games para ganharem o direito a participação no WBCOOP.

2 comentários:

  1. Muito bom, estava aqui a ler e a lembrar esses momentos....fantástico!!!!

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